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Portfólio de Eshiley Lislaine


A melhor mãe do mundo merece o Oscar?
Poster de "A Melhor Mãe do Mundo" Dirigido por Anna Muylaert, a mesma cineasta de Que Horas Ela Volta?, A Melhor Mãe do Mundo acompanha a trajetória de uma catadora de recicláveis que foge da violência doméstica com seus filhos, atravessando São Paulo em uma carroça. Para proteger as crianças do medo, da fome e da dura realidade de se tornar “moradora de rua”, a mãe transforma a fuga em uma aventura. Nesse gesto, o filme revela a potência de uma mulher que tenta romper ciclos
Eshiley Lislaine
17 de jan.2 min de leitura


Um ano depois, “Debí Tirar Más Fotos”
Bad Bunny no ensaio de divulgação de seu álbum "Debí Tirar Más Fotos" Um ano após o lançamento de Debí Tirar Más Fotos, Bad Bunny não apenas atingiu o auge de sua carreira como também consolidou um dos momentos mais significativos da música latina na última década. Lançado em janeiro de 2025, o álbum transformou o artista porto-riquenho em símbolo de identidade, memória e pertencimento, colocando Porto Rico no centro da cultura pop global sem abrir mão de suas raízes. Gravado
Eshiley Lislaine
16 de jan.2 min de leitura


“O Agente Secreto” consagra o cinema brasileiro e faz história nas maiores premiações do mundo
O cinema brasileiro vive um de seus momentos mais emblemáticos nos últimos anos. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura , “O Agente Secreto” se consolidou como o filme brasileiro mais premiado da temporada e um forte candidato ao Oscar 2026. Ambientado em Recife, em plena década de 1970, o longa acompanha a trajetória de Marcelo, um especialista em tecnologia que retorna à sua cidade natal em busca de uma vida mais tranquila. O que ele encontra, no
Eshiley Lislaine
9 de jan.2 min de leitura


Álbum "Fragmentos": entre contradições e contraste
Fragmentos surge como um daqueles álbuns que provocam extremos. Com a promessa de explorar e destacar o R&B nacional, Ludmilla alterna entre faixas genéricas, de letras repetitivas, e canções em que aposta em composições mais sentimentais, revelando maior delicadeza e exploração vocal. Capa do álbum "Fragmentos" A estética do álbum explora elementos do afrofuturismo, da cultura da internet, dos games e da própria ideia de distância, tudo envolto em uma vibração analógica que
Eshiley Lislaine
17 de nov. de 20253 min de leitura


ONU completa 80 anos
O papel da ONU entre vitórias morais e obstáculos geopolíticos. O tema do aniversário de 80 anos é “Construindo nosso futuro juntos”, um convite à renovação do multilateralismo e à reafirmação da centralidade da ONU. O tema está alinhado com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Organização das Nações Unidas (ONU) surgiu dos escombros da Segunda Guerra Mundial, em 1945. A criação da entidade buscava superar as fragilidades da Liga das Nações, qu
Eshiley Lislaine
26 de out. de 20252 min de leitura


Vigiar e "Curar": A Mecânica do Controle em But I’m a Cheerleader
Foto reprodução: Megan Bloomfield ( Natasha Lyonne ) Já imaginou ser forçado a se tornar alguém que você não é, sob a justificativa de que isso vai te "corrigir"? É exatamente esse o ponto de partida de But I’m a Cheerleader (1999), filme dirigido por Jamie Babbit. Megan Bloomfield ( Natasha Lyonne ) tem a vida de "sonho adolescente americano": ela é uma adolescente aparentemente perfeita, líder de torcida, filha única de uma família tradicional e namorada do garoto popular.
Eshiley Lislaine
14 de out. de 20256 min de leitura


SIX, da Duquesa: Uma quebra de expectativas?
Reprodução: Instagram O novo EP da rapper baiana Duquesa, intitulado Six , é uma ruptura da caixa em que até mesmo parte de seus fãs tentou enquadrá-la. Como a própria artista relatou em suas redes sociais no dia 24/08: “Six veio para mostrar a diversidade dos sons pretos e a liberdade criativa da cantora” .Composto por sete faixas: Fuso, Fuso (Remix), Number one, No meu clube, Tão quente, Toda garota como eu =(=), Quantas coisas cabem na minha bag? , o projeto revela tanto
Sophia Garcia
29 de ago. de 20253 min de leitura


Ferro's Bar: O “Stonewall Brasileiro”
O movimento lésbico brasileiro surge a partir do primeiro grupo de defesa dos direitos LGBTQIAPN+ do país, o grupo SOMOS , formado em 1978. No início, o grupo era conhecido como movimento homossexual. A organização coletiva abrangia a todos, no entanto, com o crescimento do movimento, começaram a surgir tensões entre os membros. A partir de casos de machismo por parte de homens gays, as lésbicas sentiram a necessidade de formar um subgrupo para discutir a misoginia e o femi
Eshiley Lislaine
7 de ago. de 20252 min de leitura
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